segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Santo Sudário

O "Santo Sudário" é uma peça material que prova uma experiência que o mestre Jesus realizou na Terra.
Estudiosos procuram evidências para provar que a peça é original.
Procuram evidências para comprovar sua autenticidade sem perceber o seu significado para os homens do século vinte e um.
As marcas deixadas no linho provam que seu corpo desapareceu do mundo físico num processo atômico muito simples e de domínio de todo o mundo científico. Seu corpo não desapareceu, apenas mudou de nível vibratório, num processo alquímico.
O calor gerado no processo deixou marcas no tecido que o envolvia. Não foi o único caso realizado neste planeta, porém é o único que deixou provas.
Seu aparecimento posterior para seus discípulos se deu na forma bastante conhecida de todos, através da clarividência de alguns que puderam constatar que, embora morto o personagem Jesus, o Ser Crístico continuava vivo e era eterno.
A ressurreição do nazareno fez parte das lições que ele procurou passar para os homens da nova era que se instaurou com a sua chegada ao mundo físico: o corpo físico é um tesouro, e pode ser transmutado.
Assim como aquele ser magnífico, somos todos seres eternos, filhos do mesmo pai.
Outros seres trouxeram ao plano da matéria, em outros momentos, para outros povos, a mesma mensagem do amor fraternal e incondicional.
Cada povo tem sua história, seu passado, suas lendas.
Lendas têm amparo em fatos acontecidos em tempos remotos e ganharam formas parabólicas para manterem vivos os ensinamentos.
A transmissão oral foi durante muito tempo a forma mais usada para se manter um conhecimento.
Com a evolução do conhecimento humano sobre o uso de recursos materiais para gravar suas mensagens para o futuro, a forma primária da transmissão oral se perdeu dando lugar a formas cada vez mais frágeis como é o caso da gravação magnética em peças produzidas industrialmente.
As formas que demonstraram maior eficiência no decorrer dos milênios foi a forma simples das inscrições rupestres e as formas megalíticas.
Há outras formas de transmissão de informações, pouco conhecidas da humanidade, que serão descobertas e uma importante é o conhecimento gravado no próprio corpo físico do homem. Codificada nos cromossomos, essa gravação química vem se perpetuando por éons.
É o corpo do homem a mais completa enciclopédia que existe.
Tesouro desejado por raças que o perderam, o corpo grava informações magnéticas também. Informações sobre o ser que o possui, bem como dos que o rodeiam.
As influências mentais, são transmissões magnéticas que o corpo capta inadvertidamente quando não há controle; controle esse que poderemos entender como uma espécie de anti-vírus que deveríamos manter atualizado.
Orai e vigiai - uma das máximas do cristianismo - vem exatamente advertir ao homem para o cuidado com as influências negativas, uma vez que as positivas são desejadas.
Transmissões de idéias de comportamento, de noção de tempo e espaço, de vontade de todas as ordens, estão a todo momento sendo canalizadas para o corpo e mente do homem.
Ter noção de sua própria vontade é fundamental para não se deixar enganar por interesses escusos.
O corpo tem informações, o mar tem informações, as pedras têm informações, as matas têm informações, as estrelas e a terra têm informações.
Estar em contato com esses seres pode ser proveitoso para o homem. Nossos ancestrais sabiam como fazê-lo. Esse conhecimento está voltando à tona. Fiquemos atentos. Não é difícil, exige apenas concentração; estar presente em pensamentos e atitudes.
Muito do que o homem procura através de experiências científicas está disponível na natureza. 

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Amor Sem CEP

Muito se tem falado em amor incondicional, mas exatamente o que é amar incondicionalmente, se temos sempre alguém no outro lado do fio. O fato de haver alguém sendo amado já tem uma condição. 
Quando amamos, sempre amamos um certo alguém, ou algumas pessoas, como sói acontecer com grupos familiares.
Pai ama filhos, mãe diz que ama-os ainda mais, pois tem a gestação, amamentação e cuidados mil.
Então além de possuir objeto, ainda ouço que há gradações nesse amor.
Há poucos dias fui sobressaltado pela idéia de um amor sem CEP.
Talvez tenha sido uma idéia, talvez tenha sido um sentimento.
Que seria aquilo que me veio ao pensamento e ao mesmo tempo ao coração?
Um vislumbre do verdadeiro amor?
Uma sensação de que o amor não tem endereços foi para mim muito mais forte do que uma definição de amor incondicional.
Nessa falta de CEP realmente não há objetos específicos, ou seja todos os objetos são de mesma valia e não importa quantos sejam nem onde estejam.
Voltei um passo atrás e conferi meus sentimentos: tenho esposa, filhos, netos, parentes, amigos, colegas, conhecidos. Fiz essa gradação e chequei meus sentimentos.
Deixei todos em minha tela mental e tirei os rótulos. Quem era minha mulher, quem eram meus filhos?
Lembrei de Jesus perguntando:
 – Quem é minha mãe? Quem são meus irmãos.
Conclui que ele já tinha retirado os rótulos e não diferenciava mais quem era quem, por isso sua pergunta que intrigou e ainda intriga tantos.
Voltei para meu pequeno mundo de idéias, pensamentos e sensações, e vi na tela todos tão iguais frente a meus sentimentos, que senti uma alegria indescritível, pois percebi que havia tangenciado a sensação do amor como antes nunca havia percebido, mas registrei para na esquecer, tal qual a sensação de ser um com tudo experimentado certa feita enquanto meditava. Sensação que aflora num átimo de segundo, mas que não se esquece jamais.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Tarde de Sol


Hoje olhei com atenção e óculos para minhas mãos e vi veias saltadas e lesões provocadas pelo sol. Algumas já escurecidas outras ainda avermelhadas. Eu vi os sinais do sol e do tempo marcando o meu corpo.
Olhei para o imenso mar verde se encontrando com um céu de brigadeiro, muito azul, e fiquei  a pensar no tempo em que estou neste plano existencial.
Num retrospecto rápido vi muitas coisas, graças a Deus, todas boas acontecendo num tempo que não parei para precisar. Não importa se foram quarenta ou sessenta anos, importa que aconteceram coisas boas e muito importantes para mim e para aqueles que passaram e passam pela minha vida, construindo tantos relacionamentos amorosos e outros nem tanto, mas não lembro de ter construído relacionamentos à base do ódio e isso me deixa o coração tranqüilo.
Mas ali à minha volta centenas de pessoas apenas sorriam e falavam amenidades em suas cadeiras de praia sob guarda-sóis coloridos.
Um grupo de jovens desceu de um ônibus de turismo e tive, obrigatoriamente, que rever  meu tempo de colégio com nossas investidas em grupo à Praia da Joaquina, atravessando as dunas, pois o ônibus ia somente até a Lagoa da Conceição.
Confrontei, obviamente, o comportamento dos jovens da década de sessenta com aqueles  passando à minha frente,  enfileirados à procura de um lugar para se acomodarem ao sol na areia, não vi muita diferença. Jovens são sempre muito parecidos, irrequietos, alegres, bonitos. Mudam as roupas, mas ali na praia, não havia muita roupa, logo não eram muito diferentes dos jovens de gerações anteriores.
Não quis voltar no tempo, não quis, mentalmente, refazer nada, aceitei minha caminhada como ela foi, mas imaginei o quanto de esperança desfilava ali na minha frente. Quantos caminhos diferentes, quantos finais felizes e quantas desilusões caminhavam de pés descalços à beira mar
Olhei para o lado e vi minha mulher sentada ao sol. Outra estória já bastante desenvolvida em momento de pausa para os comerciais.
Sim, estar na praia, num domingo ensolarado, é um dia de pausa em qualquer  seriado vivo em andamento na mente de qualquer um.
Amanhã, dia de trabalho, começa o próximo capítulo, ou recomeça o mesmo para aqueles que nada mais aspiram em suas vidas e que fazem do tempo cronológico apenas um círculo vicioso de pensamentos e atitudes repetidas.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Ondas e Pensamentos

Seus pensamentos são seus mesmo, ou você os adquire em algum supermercado mental?
Quando não nos damos conta se somos originais em nossos pensamentos, podemos estar utilizando pensamentos elaborados por alguém para um fim específico que não confere com nossas necessidades.
Toda pessoa que aprende a elaborar seus pensamentos de acordo com suas reais necessidades tende ao sucesso em suas empreitadas. São pessoas que levam suas vidas de forma diferenciada da maioria das pessoas.
O sucesso geralmente é conseqüência da originalidade da idéia. Digo sucesso não apenas diante do mundo, mas principalmente diante do projeto existencial traçado para cada ser.
Quando copiamos as idéias dos outros, somos apenas seguidores de idéias dos outros, entramos em ondas orquestradas, quando atendemos nossas necessidades e pensamos em resolvê-las do nosso modo, ou seja de um modo original que atenda especificamente nossas reais necessidades, tendemos a construir algo realmente novo.
Se formos artistas, profissionais liberais, artesãos, ou seja, se nosso trabalho é elaborado para levar algum benefício a alguém, quanto mais originais formos, mais teremos sucesso em nosso trabalho.
Não necessitamos ser diferentes dos outros no sentido de nos separarmos em castas ou grupos elitistas, mas no sentido de sair ma mesmice de soluções já esgotadas pela humanidade.
E como saber se usamos as nossas idéias ou as idéias dos outros?
Confira suas reais necessidades, não as que a sociedade ou a mídia sugerem, mas a suas necessidades íntimas. Como você as resolve? Observando como os outros resolvem seus problemas, ou buscando dentro de si mesmo a solução?