sábado, 30 de julho de 2011
Química e Emoção
A Mente Que Tudo Pode
Porque pensamos constantemente, não nos damos conta de onde provém o pensamento. Acreditamos que venha de dentro de nossa cabeça; daí acharmos que o cérebro seja o responsável pela produção dos pensamentos.
domingo, 24 de julho de 2011
Tenha Paciência com Você Mesmo
Por muito pouco a madame que parece uma "lady" solta palavrões e
berros que lembram as antigas "trabalhadoras do cais"...
E o bem comportado executivo? O"cavalheiro" se transforma numa
"besta selvagem" no trânsito que ele mesmo ajuda a tumultuar...
Os filhos atrapalham, os idosos incomodam, a voz da vizinha é um tormento, o
jeito do chefe é demais para sua cabeça, a esposa virou uma chata, o marido uma
"mala sem alça". Aquela velha amiga uma "alça sem mala", o
emprego uma tortura, a escola uma chatice.
O cinema se arrasta, o teatro nem pensar, até o passeio virou novela.
Outro dia, vi um jovem reclamando que o banco dele pela internet estava
demorando a dar o saldo, eu me lembrei da fila dos bancos e balancei a cabeça,
inconformado.
vii uma moça abrindo um e-mail com um texto maravilhoso e ela deletou sem
sequer ler o título, dizendo que era longo demais.
Pobres de nós, meninos e meninas sem paciência, sem tempo para a vida, sem
tempo para Deus.
A paciência está em falta no mercado, e pelo jeito, a paciência sintética dos
calmantes está cada vez mais em alta.
Pergunte para alguém, que você saiba que é "ansioso demais" onde ele
quer chegar? Qual é a finalidade de sua vida?
Surpreenda- se com a falta de metas, com o vago de sua resposta.
E você? Onde você quer chegar? Está correndo tanto para quê? Por quem? Seu
coração vai agüentar?
Se você morrer hoje de infarto agudo do miocárdio o mundo vai parar?
A empresa que você trabalha vai acabar? As pessoas que você ama vão parar?
Será que você conseguiu ler até aqui?
Respire... Acalme-se...
O mundo está apenas na sua primeira volta e, com certeza, no final do dia vai
completar o seu giro ao redor do sol, com ou sem a sua paciência...
Arnaldo Jabor
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Reflexões Sobre a Dor
É fácil falar das dores do corpo físico, embora não seja nada fácil administrar o sofrimento causado por elas.As dores físicas nos parecem algo que nos chegam de fora, que nos surpreendem na caminhada como topar ou escorregar; um ato imprevisível, mas que é inerente ao estar caminhando. Sabemos que o corpo físico é fragil; rala, corta, quebra com certa facilidade, assim, sofremos com os estragos, mas os aceitamos como algo previsível e dentro do contexto de estar vivo na Terra.
Caso diferente são as dores da alma que nos chegam devagar, pois se alicerçam em sentimentos e emoções que temos dificuldades de administrar. Então vão se instalando devagar e não nos damos conta de sua presença até que atingem um limite a partir do qual transbordam e ofuscam o fato gera-dor.
Passamos a lutar contra um sintoma e não conseguimos debelá-lo, pois não visualizamos o alvo que se encontra nublado.
Entramos em sofrimento pelo desconforto emocional provocado pela origem então indefinida.
A quem acusar pelo nosso sofrimento? Sim, alguém deve ser o culpado!
Quando paramos para analisar nossa dor acabamos por encontrar um responsável; provavelmente aquele ser humano que deflagrou em nós uma contrariedade, que desrespeitou os princípios basilares de nossos egos sempre tão bem alimentados: vaidade e orgulho.
Está lá fora, portanto, o responsável por nossas dores emocionais. Encontramos um alvo, um inimigo.
Quase nunca avançamos até o ponto de identificar as verdadeiras causas de nossos sofrimentos, pois nossos olhares estão sempre voltados para fora, e não queremos, mesmo, considerar a possibilidade de sermos os únicos responsáveis pelas nossas dores.
Daremos um grande passo em favor da ampliação de nossa consciência divina, quando começarmos a olhar o mundo exterior como uma conseqüência de nossos mundos interiores. Então deixaremos de procurar lá fora a solução para nossos tropeços e de considerar nossos parceiros de jornada como inimigos.
Somos luz e sombra; duais por natureza e concepção divina. Somos donos de nossos destinos porque somos nós que construímos nossos castelos ou favelas, momentos de prazer ou de sofrimento.
Mas como é difícil incorporar isso! Como é difícil de acreditar em nossa filiação divina! Como é difícil de enxergar o óbvio!


